O Poder entre Lisboa e o Oriente. Persistências e Mudanças na Administração do Ultimato ao Ato Colonial.
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As formas de administração colonial constituíram um dos tópicos presentes nos debates e práticas coloniais que se desenvolveram sobretudo a partir da segunda metade do século XIX. É também esse o tema deste livro, que estuda essa realidade em três espaços diferentes, Índia, Macau e Timor, no período compreendido após o Ultimatum britânico e o Ato Colonial.
Neste intervalo, o quadro existente, institucionalizado desde 1869, foi sendo alterado pela criação de novas repartições, pela introdução de novas formas de controlo financeiro ou pela mudança de estatuto e organização em algumas colónias, tornando a administração menos homogénea do que se fazia ver. Fizeram-se também propostas para modificações, com intenções modernizadoras, sobretudo no final da Monarquia, as quais prosseguiram pela República. A mudança mais estruturada pelas leis de 1914 e 1920, continuada pelas Cartas Orgânicas, foram condicionadas pelo momento político da sua produção, conheceram alguns entraves e mostraram-se insuficientes, obrigando a nova legislação, que na Ditadura Militar se encaminhou para um maior controlo.
Além deste acompanhamento, tem-se também em conta como se operacionalizavam as decisões centrais e locais e a relação entre os diversos órgãos. Procede-se também ao estudo dos órgãos de poder, entre os seus detentores, a sua composição e as competências, considerando-se a sua evolução ao longo do período estudado.
Autor: Célia Reis
Coordenação: Carmen Amado Mendes e Wu Zhiliang
ISBN: 978-972-8586-71-3
Editores: CCCM
Edição: Lisboa, 2025 | Idioma: Português | Nº Páginas: 443
Dimensões: 230x150x25mm
Peso: 720 g
