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Chinese and Japanese Narratives: The Diaoyu/Senkaku Dispute

20,00

Much has been written and said concerning five uninhabited islets and three barren rocks in the East China Sea, which are known as the ‘Diaoyu’ in China and ‘senkaku’ in Japan. While such a small territory might seem to be of little significance, the islets and rocks have come to be of strategic importance due to their location and the maritime resources in their vicinity While they have been under Japanese control since the SinoJapanese war of 7894-7895, the islets have been claimed both by the Republic of China and the People’s Republic of China ever since that time, and there have been spikes of tension in the relationship between the neighbouring nations. Such a spike happened in 2072, when the Japanese government purchased three of the islets from the Japanese family that owned them. This act led to widespread Chinese protests and threats of retaliation, as well as an exponential increase in the number of coastguard and naval vessels from Japan and the People’s Republic of China in the vicinity of the islets. The increase has caused concern regarding the region becoming a potential hotspot that could escalate into a military conflict between the People’s Republic of China and Japan. This could lead to the involvement of the United States, which has pledged to protect all territory under Japanese control. 

This book offers a new perspective on the conflict. The concept of soft power has received and continues to receive much academic attention. One of the reasons for this continuous interest is the notion that soft power can function not only as a complement, but even as an alternative to hard powe4 reducing military interventions, and the damage and casualties that occur as a result. The concept of ‘strategic narratives’ is a recent development, and it has been described as the soft power of the 21st century Strategic narratives address how different states try to use alternative narratives to sway target audiences, as well as to  influence the formation, projection, diffusion, and reception of ideas in the international system. This book analyzes the power of strategic narratives as a means to exert persuasion and influence. One specific point in the Diaoyu,/Senkaku dispute is examined in detail, through the strategic narratives disseminated in  English language versions of Chinese and Japanese online newspapers published in 2012, prior to, during, and after the announcement of the purchase of the islets by the Japanese government. 

Autor: Diogo Silva

ISBN: 978-972-8586-58-4
Editores: CCCM
Edição: Lisboa, 2022 | Idioma: Inglês | Nº Páginas: 79
Dimensões: 230x150x5 mm
Peso: 144 g

Cultura Chinesa, Uma Perspetiva Ocidental

Da Filosofia Chinesa antiga em contraste com a Ocidental, somos conduzidos à Filosofia Política e Economia contemporâneas, bem como a algumas imagens que hoje temos na China no Ocidente. A aliança com a tradição deste povo, que tão bem preserva a sua memoria cultural, levou-nos a apresentar algumas das principais e mais representativas festividades chinesas, além de aspetos fundamentais da mitologia e da simbologia animal. Seguindo o fio condutor linguístico, incluímos leituras hermenêuticas e etimológicas de caracteres decisivos para a compreensão do mundo chinês.

Cultura Chinesa, Uma Perspetiva Ocidental, apresenta a China Contemporânea sempre em ligação com a sua cultura tradicional, contribuindo para o diálogo e aprofundamento dos estudos sinológicos em Portugal. A obra não se destina em exclusivo a leitores especializados, pois conta com uma introdução pormenorizada à língua chinesa, tabelas cronológicas relativas à história e filosofia chinesas, abundantes notas  explicativas e uma longa lista bibliográfica com sugestões de leitura complementar.

Autora: Ana Cristina Alves

Coordenadora: Carmen Amado Mendes

ISBN: 978-989-40-0520-9
Editor: Edições Almedina
Edição: Lisboa, 2022 | Idioma: Português | Nº Páginas: 205
Dimensões: 230x160x11 mm
Peso: 337 g

Narratives and Perceptions: Chinese Soft Power in the 21st Century

20,00

The change in the global position of the People’s Republic of China (PRC) since its entry into the World Trade Organization (WTO) twenty years ago has been dramatic. The first two decades of the twentyfirst century has seen China transform itself into the world’s second largest economy and become one of the leading nations in the world. This unprecedented development has brought the country into direct contact with almost every nation in the world, and the policies and actions of Chinese leaders are now closely followed worldwide daily. As with all major political actors, praise and criticism are now directed towards the
decisionmakers in the PRC and their policies and actions, to a previously unseen degree. To manage its enormous power, promote its agendas and bold enterprises, gain trust of foreign counterparts, and allay perceived criticism of its actions, the Chinese government has become increasingly adept at using several strategies to convey its messages to its global audience, as well as to the Chinese populationThese strategies function as a form of soft power, and are intended to display that the PRC, unlike other global players and principally the United States, has not committed itself to the use of hard power, in the form of overt military force, but is a trustworthy and responsible partner. As the papers in this volume show, these strategies are achieved by different means, including propaganda, reliance on censorship and coercion and use of partystate controlled media, among others.

Edited by: Carmen Amado Mendes and Daniel Cardoso

ISBN: 978-972-8586-60-7
Editores: CCCM
Edição: Lisboa, 2022 | Idioma: Inglês | Nº Páginas: 181
Dimensões: 230x150x12 mm
Peso: 308 g

Olhar a China pelos Livros

A China é uma erupção civilizacional trespassada por múltiplas dimensões espaciais, sociais e culturais. Olhá-la representa sempre um processo inacabado, contagiado por perceções subjetivas e contradições. A certeza da incerteza, a angústia do incompreendido são algumas das dimensões que a tomam aliciante na prática da decifração. O estímulo levou a que, ao longo dos séculos, muitos autores se dedicassem a escrever sobre esta terra, as suas gentes, o pensamento e comportamento coletivo, os usos e costumes. São estas obras, as clássicas e as modernas, entre a ficção e o ensaio, a prosa e a poesia, que aqui olhamos, num exercício de confrontação entre uma China sonhada e uma China vivida. Lançámos o repto a dezassete autores para que escrevessem sobre a “sua China”, em sintonia, exposta em obras de referência. Desafiando as advertências do Orientalismo, de Edward Said, procura-se explorar a dialética dos olhares, entre chineses e não chineses, tanto no centro como na periferia. Não é um compêndio sobre livros da China, mas uma publicação sobre apreensões ou emoções vivenciadas no Império do Meio. Trata-se de uma tentativa de correspondência, entre duas perceções, de uma mesma realidade, confrontando o prisma de quem a olhou, com a visão de quem a está a olhar. O desafio faz-nos lembrar as experiências do francês A.D., na China, e do chinês Llng W.Y., na Europa. Estas personagens, nascidas da escrita fina de Malraux, sujeitaram-se ao embate da cultura do “outro”, e, assim, exprimiram por correspondência os palpites da alma com laivos de imaginação.

Coordenação: Jorge Tavares da Silva

ISBN: 978-972-8586-57-7
Editores: CCCM – UM
Edição: Lisboa, 2022 | Idioma: Português | Nº Páginas: 155
Dimensões: 230x150x10 mm
Peso: 267 g