Imagens e Ideias na Pintura Portuguesa da Idade Moderna. Séculos XVI e XVII

Coord. Alfredo Gomes Dias e Isabel Murta Pina

Descrição

1. O poder das imagens e a Pintura como espelho do poder, entre encatações e pedagogias, narrativas, eloquência e sentidos de rutura. Conceitos e princípios da História da Arte.
2. Métodos de investigação em pintura portuguesa do Renascimento: os ‘case study‘ do Mestre da Lourinhã, de Vasco Fernandes, o Grão Vasco, e de Gregório Lopes. ‘Centros’ e periferismos na pintura manuelino-joanina.
3. O Maneirismo português: sensualidade e desejo do capricho, entre Roma, Sevilha e Lisboa. A Bella Maniera nos caminhos da pintura nacional: Campelo, Gaspar Dias e Venegas. A ‘nobre arte do fresco’ e a ‘corte na aldeia’ de Vila Viçosa. Diogo Teixeira e a defesa da liberalidade.
4. Ideias e imagens miscigenadas. A arte da pintura entre dois continentes: de Lisboa a Goa nos séculos XVI e XVII. Viagens de formas entre o espaço imperial português: arte e engenho, linhas de produção e receção.
5. Os ‘incêndios de Tróia‘ de Diogo Pereira e a pintura barroca de resistência anti-castelhana. José do Avelar Rebelo e o Padre António Vieira no centro de uma conceção militante das artes.
6. Baltazar Gomes Figueira (1604-1674), Josefa de Ayala (1.630-1684) e a nova encantação da natureza: os ‘géneros’ emergentes ‘bodegones‘, ‘vedutas‘ e ‘floreiros’. A pintura da ‘escola de Óbidos’.
7. ‘Ut Pictura Poesis‘, academismo e produção seriada na tempo do ‘mingoante da pintura’. A internacionalização das artes com Félix da Costa Meesen versus resistência atávica e tenebrismo: Marcos da Cruz e Bento Coelho.
8. António de Oliveira Bernardes em 1695, ou os caminhos de atualização da arte portuguesa com D. Pedro II na viragem do século XVII.